Infectologistas apontam as principais vacinas esquecidas por adultos
Enquanto a vacinação infantil tem tríplice viral com 90% de cobertura, as vacinas destinadas aos adultos continuam sendo pouco procuradas Cotidiano | Por Metrópoles 04/01/2026 10h00 |A vacinação é uma das principais estratégias de proteção da saúde individual e coletiva. Ao prevenir doenças graves, ela reduz internações, evita mortes e diminui a circulação de vírus e bactérias na população. Além disso, ajuda a proteger pessoas que não podem ser vacinadas por motivos de saúde, como indivíduos imunossuprimidos.
No Brasil, essa política faz parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI), responsável por oferecer gratuitamente dezenas de vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo com essa estrutura, a adesão à vacinação não acontece de forma igual em todas as fases da vida.
Dados do Ministério da Saúde, divulgados em setembro de 2025, mostram que a primeira dose da tríplice viral, que protege crianças contra sarampo, caxumba e rubéola, atingiu 91,8% de cobertura, próxima da meta de 95%. Já a vacina contra a poliomielite alcançou cerca de 86%, depois de anos de queda.
Entre os mais velhos, esse cenário é diferente. As vacinas que dependem da iniciativa dos próprios adultos seguem com adesão baixa. A falta de acompanhamento médico regular, o esquecimento dos reforços e a perda do cartão vacinal fazem com que muitos adultos permaneçam desprotegidos, mesmo com vacinas disponíveis gratuitamente.
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