Setor hoteleiro de Sergipe registra pior mês de junho em cinco anos
Para ABIH/SE apenas o feriadão do São João foi bom Economia 01/07/2016 15h18 |Da Redação
Apesar da excelente taxa de ocupação – que chegou a 95% no feriado do São João (23, 24 e 25/06), o setor hoteleiro continua sentindo os impactos da crise financeira. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Sergipe (ABIH/SE), passada a data, a ocupação caiu para 30%.
Em nota enviada a imprensa a ABIH/SE explicou que diferente do que foi veiculado pela mídia, o setor não passa por um bom momento. Ao fazer um comparativo do mês de junho de 2016, em relação aos anos anteriores, o que se têm é uma média de ocupação em torno de 50%, uma das piores dos últimos cinco anos. “Na hotelaria, restaurantes e outros segmentos do turismo, não são dois ou três dias de bons índices que vão regularizar o faturamento médio mensal”, diz a nota.
De acordo com a presidente da ABIH/SE, Daniela Mesquita, desde o ano passado o cenário tem sido problemático para o setor hoteleiro do estado, o que se repetiu este ano. Ela avalia que a falta de divulgação de Sergipe para os turistas por parte do governo é um dos fatores principais da baixa ocupação.
A presidente da Associação disse ainda que ao contrário do que se pensa, o empresário tem investido no setor. “Este ano desde fevereiro a hotelaria fez um investimento de R$ 300 mil com a operadora CVC, então realmente está divulgando o destino em rádios, revistas de grande circulação fora do estado, para realmente termos um cenário diferente, mas ainda é muito pouco, a gente precisa de incentivo do governo para poder intensificar. O papel do empresariado está sendo feito”, completa Daniela.
O setor também cobra mais atuação do governo e mais investimento no turismo e coloca entre as prioridades mais celeridade nas obras do Centro de Convenções, e na aplicação dos recursos do Prodetur. “A Secretaria de Turismo precisa ser forte para cumprir bem a sua missão, enfim: menos discurso, menos improvisação e mais planejamento de médio e longo prazo e, em sintonia com as aspirações do “Trade” turístico”.


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